quinta-feira, 28 de março de 2013

FELIZ PÁSCOA


O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).
Ainda hoje a família judaica reúne-ne para o “Seder”, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria.
Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que os animais e as plantas reaparecem. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.
Símbolos:
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis pela sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
Os Ovos de chocolate:
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
A versão mais aceite é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
O Coelho da Páscoa:
Os coelhos são animais capazes de gerar grandes ninhadas, representam a fecundidade e a reprodução constante da vida, por isso simboliza a capacidade da igreja de criar novos discípulos com a missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Sexta-feira Santa:
É o dia do julgamento, da condenação, do martírio, morte e sepultamento de Jesus. A morte de Jesus é denominada como Paixão, uma metáfora de um ato de amor e de entrega. O silêncio, o jejum e a oração predominam neste dia.
Domingo de Páscoa:
Durante este dia são celebradas missas que proclamam a resurreição de Cristo. Pela tradição é vedado aos cristãos comer Carne Vermelha durante a Quaresma. As famílias reúnem-se para festejar o renascimento do dileto filho de Deus.
Porque razão é que a data da Páscoa varia todos os anos?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronómico. Mas a sequência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”.
A sequência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
Fonte: portaldafamilia/Kid-cafeescola/significados/catequesecatólica

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O uso inadequado dos exames complementares

Prof. João Gilberto Maksoud
Professor Titular da Disciplina na Cirurgia Pediátrica do Departamento de Cirurgia da FMUSP
Chefe do Serviço de Cirurgia Pediátrica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas

Em 1982, escrevi sob o mesmo tema, onde procurei mostrar que a grande maioria dos exames complementares solicitados são dispensáveis ou desnecessários. Recentemente escrevi, a pedido, para a Revista de Medicina dos estudantes da Faculdade de Medicina da USP, outro editorial retomando mais uma vez o assunto.
Creio que, assim, esta minha antiga luta, pela racionalização do uso dos exames complementares, passa a ser mais conhecida, ao difundir uma orientação que há anos vimos imprimindo aos residentes da Disciplina de Cirurgia Pediátrica da Faculdade de Medicina. Mutos exames complementares são solicitados sem critério, de modo inadequado e indiscriminado, não atendendo ao princípio fundamental que é o de esclarecer diagnósticos ou situações específicas não passíveis de serem esclarecidos por outros meios. O problema tem se agravado com o passar do tempo, principalmente pelo aparecimento dos novos e fascinantes métodos de diagnóstico, fazendo aumentar o encantamento dos médicos, principalmente dos jovens, pelos exames complementares, gerando a falsa e mística sensação de estar praticando uma medicina
moderna, atualizada, segura e eficiente, quando, na realidade, trata-se de uma medicina desvirtuada, sem lógica e sem respeito ao doente.
Sinto que, por mais que tento apontar para a utilização racional dos exames laboratoriais e radiológicos, dificilmente conseguirei algum resultado pois este modo de agir foi moldado de maneira indelével no espírito e na formação profissional dos médicos. A necessidade compulsiva de solicitar exames está enraizada na cultura do médico, é parte integrante de sua formação acadêmica, sendo particularmente florida naqueles de atividade universitária. Nunca há a preocupação em se discutir o assunto em favor de um raciocínio lógico na solicitação dos exames. Poucos têm espírito crítico sobre a real necessidade de determinado exame. Algumas solicitações não são sequer inteligentes pois vasculham alterações ou situações passíveis de serem excluidas pelo exame clínico ou simplesmente pelo conhecimento da fisiopatologia das doenças. Para doenças apenas semelhantes ou para aquelas doenças diferentes mas que têm eventual ponto em comum, são sempre solicitados o mesmo conjunto imutável de exames laboratoriais para que o diagnóstico possa ser aclarado, quando um simples exame clínico poderia prescindir de vários deles.
A verdade incontestável é que quanto mais se conhece de determinada doença e de sua fisiopatologia, menor o número de exames que se solicita para seu diagnóstico. Mesmo tendo bom conhecimento fisiopatológico das doenças, alguns médicos continuam a solicitar exames desnecessários, pois não conseguem se libertar desta compulsão.
Muitos exames, mesmo alguns sofisticados, progressivamente passam de complementares a "exames de rotina". É freqüente vermos doentes com patologias relativamente simples ter seus prontuários repletos de exames inúteis, muitos deles sem qualquer conotação com o caso. Outras vezes, as solicitações de exames são desorientadas porque não buscam qualquer dado fundamental relevante.
O problema é maior em hospitais universitários, notadamente naqueles com maiores recursos diagnósticos, que têm maior possibilidade de dar vasão ao incontido prazer de solicitar exames. Nos hospitais escola, muitos exames são pedidos como parte de uma rotina, que nào deve existir pois os casos têm que ser individualizados, mas cuja rotina o médico jovem cm formação tem medo cie nào seguir com receio cie ser criticado por grave omissão! Ele é treinado para seguir a rotina ou o protocolo .sem raciocinar, mesmo dianic d c- alternativas ou possibilidades mais inteligentes e mesmo diante de casos que certamente não necessitariam seguir o protocolo. Daí a grande responsabilidade dos serviços universitários e dos responsáveis pelo ensino.Há quem não saiba diferenciar o ensino médico utilizando o raciocínio clínico, lógico, daquele que procura esquadrinhar a doença ou fazer diagnóstico apenas por meio de exames complementares.
É interessante notar como nas visitas médicas os casos clínicos são apresentados pelos residentes e até por médicos mais experientes como indisfarçado prazer e orgulho, quando repletos de exames complementares. Quanto mais complexos, coloridos e bonitos, maior a felicidade e o orgulho. Ficam surpresos e decepcionados quando mostramos que vários exame são inúteis ou desnecessários. Muitos exames são solicitados apenas para ter o caso muito bem
documentado(palavra terrível para o doente, perigosa para o residente e maléfica para o ensino médico).O que é mais incompreensível e lamentável é como, mesmo identificado o erro, o mesmo é aceito passivamente,de modo indiferente, sem que se esboce qualquer tipo de reação ou contestação, permitindo que o erro se perpetue, como se o mesmo não existisse. Toda vez que procuramos discutir a questão, o assunto é rapidamente desviado ou visto com ironia, como se isso fosse absolutamente secundário, pouco significativo, desprezível, anedótico. Existem vários e freqüentes tipos de inadequação na solicitação dos exames.O primeiro é a repetição de exames recentes, quando nada foi feito e nada ocorreu para que o resultado anterior pudesse ser modificado. Parece que o médico está tão inseguro que não acredita no que está vendo ou não conseque entender o que está vendo e solicita novamente o mesmo exame para ver se algum fenômeno desconhecido modifica o resultado inicial. Há uma generalizada adoração pelos eletrólitos plasmáticos e pelos testes de função hepática, solicitados para qualquer situação clínica, qualquer doença, mesmo naquelas sem a remota possibilidade de apresentar
alteração destes parâmetros.
Outro erro freqüente é a solicitação de ultrassom, radiografia simples e/ou tomografia computadorizada em situações nas quais não há indicação. Toda vez que o médico não sabe o que fazer ou está inseguro, solicita ultrassom, mesmo em casos que a radiografia simples do abdome ou o ultrassom nada podem indicar. Estes exames são freqüentemente solicitados na suspeita de apendicite aguda, hérnia inguinal, hidrocele, cistos cervicais, cistos superficiais palpáveis e visíveis(I), criptorquidia e outras condições nas quais jamais o ultrassom deve ser solicitado por ser totalmente inapropriado ou desnecessário. O diagnóstico da apendicite aguda é feito única e exclusivamente pelo exame físico; qualquer exame solicitado, repito, qualquer, sem exceção, é desnecessário, pois não faz o diagnóstico diferencial.
Na dúvida, aguarde a evolução e a natural definição do caso.
Creio que uma maneira sensata de se verificar a validade e adequação de determinado exame é tentar responder
as seguintes indagações, que servem como verdadeiro instrumento de auto-controle:
1. O exame é realmente indispensável?
2. Este exame exprime efetivamente o que pretendo investigar?
3. O exame é importante para o diagnóstico, prognóstico, para estabelecer ou alterar determinada conduta?
4. O exame irá mostrar algum fato que já conheço ou que não possa ser esclarecido por um exame menos invasivo, mais simples, pelo simples exame físico ou por outro exame já solicitado e cujo resultado já conheço?
5. Finalmente, poderei, algum dia, dispensar este exame, quando entender melhor esta doença e tiver mais confiança no que estou fazendo?
Asssim, acredito que, na maioria das vezes, os exames são solicitados por insegurança, pois a experiência permite prescindir de exames; a segurança, a experiência e o seguro conhecimento fisiopatológico das doenças superam qualquer exame complementar.
Ao expor esta maneira de pensar, viso o respeito a criança, o raciocínio claro, a conduta inteligente de cada caso e um ensino médico mais sensato.
Fico feliz em verificar que para aqueles com quem convivo mais freqüentemente, os residentes e colegas do Serviço de Cirurgia Pediátrica do Instituto da Criança, esta minha doutrina encontra eco.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CÉREBRO DE MACACO

O delírio do consumismo nos transforma em monstros di­fíceis de confrontar. Quem já não se surpreendeu na liquida­ção da loja X, Y ou Z da Champs-Ely­sées em luta corporal contra o oriental ou russo por um artigo de roupa pelo qual depois percebe que não teria valido a pena perder a vi­da? Pois é, eu também nunca me colhi nesse tipo de situação degra­dante, claro que não, só estou di­zendo.
E quem nunca voltou com hérnia dos EUA de tanto carregar sacola? Também não é o meu caso, aliás nem sei de onde me veio a imagem.
E essa agora do programa do Jimmy Kimmel, na semana de lan­çamento do iPhone 5, em que, a fim de testar o grau de alucinação dos consumidores, jogou na mão do sujeito que passava na rua um iPhone 4 fingindo ser o modelo no­vo (bit.ly/QTt6yU).
As reações foram as mais engra­çadas: "É mais leve", "Mais rápido", "A tela é maior". É da natureza hu­mana fazer de tudo pelo brinquedi­nho novo, até se iludir, não?
Ainda mais peculiar foi a pesquisa do instituto Data Popular, que pintou no iG nestes dias, sobre a clas­se AB não estar gostando nadinha da ascensão da ralé.
O resultado atesta que 55,3% dos consumido­res das classes AB creem que os produtos deveriam vir em versões "para rico e para pobre"; 49,7% pre­ferem ambientes frequentados por pessoas do seu nível social; 48,4% acreditam que a qualidade dos ser­viços piorou com o acesso dos mais pobres;16,5% gostariam de ver gente mal vestida barrada dos luga­res que frequentam e 26% dizem que a chegada de uma linha do metrô na região onde moram traria 'gente in­desejada' para a área.
Não sei se o leitor se lembra (mui­to provavelmente não), mas ques­tionei neste cantinho de céu há pouco tempo o que era preciso ter/ser para pertencer à classe gar­galhada (AAA).
Acabei descobrindo que os insti­tutos de pesquisas, esses horrendos laboratórios de análise que servem para desvendar os mecanismos que levam o consumidor a entregar a al­ma ao diabo do consumo utilizam um tal "critério Brasil" para efetuar suas medições.
O critério Brasil classifica as pes­soas em relação à posse de bens no domicílio e ao grau de instrução do chefe de família, ou seja, a classe A não é avaliada por escolaridade ou poder econômico, mas por um mix das duas coisas. E não importa se estamos falando de uma periguete ou de uma velha encrenqueira co­mo eu, sempre iremos medir quan­tas TVs, banheiros, refrigeradores etc estão disponíveis no local em que a criatura reside.
Ocorre que este critério não con­segue mais refletir as diferenças entre as classes, já que todos estão consumindo parecido. E, para con­fundir ainda mais, o pessoal da classe AB geralmente se define como sen­do da classe C, diz não ter dinheiro no fim do mês, mas compra na Se­phora do shopping em um país em que a maioria não convive com es­goto. Uma bagunça dos diabos.
A graça de pertencer ao mundo do consumo reside na exclusividade. Quanto mais excludente for a mi­nha compra, mais status terei. A "inclusão" é linda no discurso, mas na prática gera um incômodo enor­me. Se todo mundo tiver bolsa Guc­ci, como vou me diferenciar? Terei de andar a ca­valo na Andaluzia de madrugada com o adestrador da rainha Eliza­beth? Ou, quem sabe, serei obriga­da a fazer como meu amigo, que re­centemente pagou uma fortuna para ser perseguido por um leão de verdade na África? No marketing, a experiência tem o nome de "story­telling". Quem se aventura a voltar da Manchúria contando que co­meu cérebro de macaco?
Por BÁRBARA GANCIA

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Semana Mundial de Aleitamento Materno - SMAM

A Semana Mundial de Aleitamento Materno faz parte de uma história mundial focada na Sobrevivência, Proteção e Desenvolvimento da Criança.

Desde sua criação em 1948 que a Organização Mundial de Saúde – OMS tem entre suas ações aquelas voltadas a saúde da criança, devido a grande preocupação com a mortalidade infantil. Em 1990, de um encontro organizado pela OMS e UNICEF resultou um documento adotado por organizações governamentais e não governamentais, assim como, por defensores da amamentação de vários países, entre eles o Brasil.




O documento chamado “Declaração de Innocenti” apresentou quatro objetivos operacionais:

• Estabelecer um comitê nacional de coordenação da amamentação;
• Implementar os "10 passos para o sucesso da amamentação" em todas as maternidades;
• Implementar o Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno e todas as resoluções relevantes da Assembléia Mundial de Saúde;
• Adotar legislação que proteja a mulher que amamenta no trabalho.
Com o objetivo de seguir os compromissos assumidos pelos países com a assinatura do documento, foi fundada em 1991 a Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação – WABA. Essa Organização criou no ano de 1992 a Semana Mundial de Aleitamento Materno, para promover as metas da “Declaração de Innocenti”.

A Semana Mundial é considerada como veículo para promoção da amamentação. Ocorre em 120 Países e, oficialmente, é celebrada de 1 a 7 de agosto. A WABA define, a cada ano, o tema a ser trabalhado na Semana, lançando materiais que são traduzidos em 14 idiomas. Entretanto, a data e o tema podem ser adaptados em cada País a fim de que seja obtido mais e melhores resultados do evento.

No Brasil, o Ministério da Saúde coordena a Semana Mundial de Aleitamento Materno desde 1999. Sendo responsável pela adaptação do tema para o nosso País e elaboração e distribuição de cartaz e folder. Tem o apoio de Organismos Internacionais, Secretarias de Saúde Estaduais e Municipais, Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Hospitais Amigos da Criança, Sociedades de Classe e ONGs.


Consulte sobre a SMAM no site da WABA  
  • Veja Fotos:
    Eventos da SMAM 2001 - Brasília
    Solenidade de Abertura Oficial da SMAM 2004 no Rio de Janeiro
    Comemoração da SMAM 2006 em Itabuna / BA
    Evento na SMAM 2007 no Rio de Janeiro
    Comemoração da SMAM 2007 em Araxá / MG
    Solenidade de Abertura Oficial da SMAM 2008 - Rio de Janeiro
    Solenidade de Abertura da SMAM 2008 em São Luíz/MA
    Solenidade de Abertura da SMAM 2008 em João Pessoa/PB
    Solenidade de Abertura da SMAM 2008 em Macapá/AP
    Evento da SMAM 2008 na Maternidade Dona Evangelina Rosa, Terezina/PI
    Evento da SMAM 2008 no Instituto Fernandes Figueira, Rio de Janeiro/RJ
    Comemoração da SMAM 2008 em Itapira/SP
Saiba mais acessando os links abaixo:
Waba 2011: Comunique-se! Amamentação uma experiência em 3D

Organize seu evento para a SMAM 2011

Abertura da SMAM 2011 e Material de divulgação do MS

Aconteceu na SMAM 2011 pelo Brasil

Semana Mundial de Aleitamento Materno 2010

Dez passos para o sucesso do aleitamento materno

Programação da SMAM 2010

Abertura da SMAM 2010

Eventos realizados na SMAM 2010


Comemorações da SMAM 2009 no Brasil

SMAM 2009: Materiais do Ministério da Saúde e Programações no Brasil.

Semana Mundial de Aleitamento Materno 2009 - Você está preparado?

Temas da SMAM desde 1992

XVI Semana Mundial de Aleitamento Materno ano 2007

Veja o como foi a SMAM 2007 em algumas cidades

Tema de 2008 no Brasil e Programações de Bancos de Leite Humano

Tema lançado pela WABA para 2008 e algumas programações dos Bancos de Leite Humano

Aconteceu na Semana Mundial de Aleitamento Materno 2008...


segunda-feira, 18 de junho de 2012

CÂNCER DE BOCA

É o câncer que afeta lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca devem ser observados gengivas, mucosa jugal (bochechas) palato duro (céu da boca) e língua (principalmente as bordas), assoalho (região embaixo da língua). O câncer do lábio é mais comum em pessoas brancas e ocorre mais frequentemente no lábio inferior.
Estimativa de novos casos: 14.170, sendo 9.990 homens e 4.180 mulheres (2012)
Número de mortes: 6.510, sendo 5.136 homens e 1.394 mulheres (2009)
Prevenção
O câncer de boca acomete mais os homens acima dos 40 anos.  Os fatores de risco mais conhecidos para este tipo de câncer;

- Tabaco : de acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com câncer de boca eram tabagistas. O cigarro representa o maior risco para o desenvolvimento dessa doença, e o risco varia de acordo com o consumo. Ou seja, quanto mais frequente for o ato de fumar, maiores serão as chances de desenvolver câncer..

- Etilismo :  o consumo regular de bebidas alcoólicas aumenta o risco de desenvolver câncer de boca. A associação entre cigarro e bebidas alcoólicas aumenta muito o risco para câncer de boca.
- Vírus HPV : Pesquisas comprovam que o vírus HPV está relacionado a alguns casos de câncer de boca.

- Radiação solar: A exposição ao sol sem proteção representa um risco para o câncer de lábios.

Além destes fatores, observa-se em pacientes com câncer de boca uma higiene bucal deficiente e uma dieta pobre em proteínas, vitaminas e minerais e rica em gorduras
Sintomas
Os principais sinais que devem ser observados são:
-         lesões na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias
-         manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, palato (céu da boca), mucosa jugal (bochecha)
-         nódulos (caroços) no pescoço
-         rouquidão persistente

Nos casos mais avançados observa-se:

-         Dificuldade de mastigação e de engolir
-         Dificuldade na fala
-         Sensação de que há algo preso na garganta
 Detecção precoce
Diante de alguma lesão que não cicatrize em um prazo máximo de 15 dias deve-se procurar um profissional de saúde (médico ou dentista) para a realização do exame completo da boca. A visita periódica ao dentista favorece o diagnóstico precoce do câncer de boca, porque é possível identificar lesões suspeitas. Pessoas com maior risco para desenvolver câncer de boca (fumantes e consumidores frequentes de bebidas alcoólicas) devem ter cuidado redobrado.
Tratamento
Se diagnosticado no início e tratado da maneira adequada, a maioria (80%) dos casos desse tipo de câncer tem cura. Geralmente, o tratamento emprega cirurgia e/ou radioterapia. Os dois métodos podem ser usados de forma isolada ou associada. As duas técnicas têm bons resultados nas lesões iniciais e a indicação vai depender da localização do tumor e das alterações funcionais que possam ser provocadas pelo tratamento. As lesões iniciais são aquelas restritas ao local de origem.
Autoexame
Não há evidências científicas de que o auto-exame seja efetivo como medida preventiva contra o câncer de boca. A população em geral  tem dificuldade em diferenciar lesões potencialmente malignas de áreas anatômicas normais. Assim, corre o risco de negligenciar as lesões potencialmente perigosas,  que pode levar ao diagnóstico tardio da doença.

Em relação à detecção precoce, é  imprescindível estar atento ao surgimento de qualquer sinal de alerta. Lesões que não cicatrizam após 15 dias devem ser investigadas por um profissional de saúde.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

DIA 14 DE JUNHO

Cada doador de sangue é um heroi: 14 de junho - Dia Mundial do doador de sangue

Seja um super heroi!Doe Sangue!

Milhões de pessoas precisam de transfusões de sangue todos os dias e você pode contribuir para salvar muitas vidas!!

No dia 14 de junho, países por todo o mundo celebram o Dia Mundial do Doador de Sangue (DMDS) com eventos de conscientização sobre a necessidade de se ter bancos de sangue seguros e completos, e para agradecer aos doadores voluntários por seu ato extremamente importante para salvar vidas.

Cada doação pode ajudar a salvar até 4 vidas!

O tema do DMDS 2012 é “Cada doador de sangue é um herói” tem o objetivo de reconhecer as milhares de pessoas que anonimamente contribuem para salvar vidas. O tema é uma chamada para que mais e mais pessoas ao redor do mundo se sensibilizem e sigam o mesmo exemplo.

No entanto, os bancos de sangue tem que se certificar que o sangue doado esteja seguro para a transfusão e por isso cada doação passa por uma bateria de testes para a detecção de AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, Virús Humanos do Linfócito T (HTLV I/II), Hepatites B e C, além da determinação do tipo sanguíneo.

Um avantagem é que todas estas informações são repassadas ao doador, que geralmente recebe uma carteirinha com o resultado destes exames. É muito importante sempre carregar este documento consigo para rápida identificação de seu tipo sanguíneo em caso de emergência.

Para fazer a doação é necessário:

- Ter entre 18 e 65 anos de idade.
- Ter peso acima de 50 Kg.
- Sentir-se bem, com saúde.
- Apresentar documento com foto, válido em todo território nacional.
 
  
Fique atento antes de fazer a doação!
Há algumas restrições
:

Fonte da imagem

- Pessoas que foram diagnosticadas com hepatite após os 10 anos de idade.
- Mulheres grávidas ou amamentando.
- Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas.
- Usuários de drogas.

- Aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.
- Quem fez uma tatuagem, piercing ou acupuntura há menos de 1 ano.
- Não ter recebido transfusão de sangue há menos de 1 ano.
- Quem ingeriu bebidas alcoólicas nas 24 horas que antecedem a doação.
- Quem foi operado há menos de 6 meses.

O procedimento de coleta é muito seguro e rápido. São utilizados materiais descartáveis e esterilizados e o tempo entre a coleta e a triagem é em torno de 15 minutos. Além disso, a quantidade retirada – aproximadamente 450 mL – não afeta sua saúde.

Torne-se você também um herói! Não tenha medo, dirija-se ao posto de coleta mais próximo de você, doe sangue e convide vários amigos para fazer o mesmo!!
 

DIA DA GOTINHA

Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa sábado




Começa no próximo sábado (16) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite. A campanha será lançada hoje (13), às 11h, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

Até o dia 6 de julho, crianças com até 5 anos incompletos devem tomar a primeira dose da vacina. A novidade na campanha de 2012 será na segunda fase, quando ocorre a Campanha Nacional de Multivacinação. Em agosto, todas as crianças nessa faixa etária devem voltar aos postos levando o cartão de vacinação. O documento será avaliado para que a criança recebe as doses de qualquer vacina que estiver em atraso.

Outra novidade no combate à pólio introduzida neste ano é a vacina injetável com vírus inativado. Já usada em outros países que erradicaram a doença, a nova vacina será aplicada a partir do segundo semestre nas crianças que estiverem começando o calendário básico de vacinação. As doses devem ser aplicadas aos 2 e aos 4 meses de idade.

De acordo com a recomendação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), os países das Américas devem continuar aplicando a vacina oral com o vírus atenuado, até que ocorra a eliminação mundial da poliomielite.

Também conhecida como paralisia infantil, a doença é considerada erradicada no país desde o início dos anos 1990. O último caso registrado no Brasil foi em 1989 e no continente americano em 1991, no Peru. Em 1994, a Opas certificou a erradicação da pólio na região.

De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus da doença ainda circula em 25 países da África e do Sudeste asiático, com os últimos surtos registrados, até 2009, na Nigéria, no Congo, em Myanmar, no Niger, Camboja e na Indonésia. A poliomielite é considerada endêmica na Nigéria, Índia, no Paquistão e Afeganistão.