sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O FIM DOS PROFESSORES

O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre
avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

- Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a
resposta:

- Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

- Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e
dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos
anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar,
escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas
outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

- Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

- Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes
professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

- E como foi que eles desapareceram, vovô?

- Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos
poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que
veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram
com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar
estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os
alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os
alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores,
que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram
ensinados a dizer "eu estou pagando e você tem que me ensinar", ou "para que
estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você" ou ainda "meu
pai me dá mais de mesada do que você ganha". Isso quando não iam os próprios
pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a
multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas
mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos
pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo
"gerenciar a relação com o aluno". O professores eram vítimas da violência -
física, verbal e moral - que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram
saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na
obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer
faculdade que fosse. "Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando
vai fazer meu filho passar no vestibular", diziam os pais nas reuniões com
as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos
passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as
discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a
Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e
nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram
gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à
profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum
tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram
descrentes da educação, pois viam que as pessoas "bem sucedidas" eram
políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol,
artistas de novelas da televisão, sindicalistas - enfim, pessoas sem nenhuma
formação ou contribuição real para a sociedade.





O TEXTO


Foi o professor Antonio Carlos Moreno quem me enviou o texto acima que
circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale
repassá-lo para os nossos leitores. Trata-se apenas da opinião de um autor
desconhecido.

Vacina contra gripe no ano que vem usará mesmos vírus de 2011

Vacina contra gripe no ano que vem usará mesmos vírus de 2011 no Brasil.


As vacinas contra gripe administradas no Brasil em 2012 serão as mesmas que as de 2011, segundo uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta quinta-feira (10) no Diário Oficial. A norma está de acordo com as últimas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o tema no hemisfério Sul.

Somente três tipos de vírus poderão estar presentes nas vacinas, que começarão a ser utilizadas no país a partir de fevereiro de 2012. São elas: um vírus parecido com o influenza A H1N1 (Califórnia/7/2009); outro parecido com o influenza A H3N2 (Perth/16/2009); e vírus similar ao influenza B (Brisbane/60/2008).

Mesmo iguais, a Anvisa recomenda que pessoas que tenham sido vacinadas em 2011 repitam a dose no ano que vem, já que a validade da imunização é de apenas 12 meses.

A resolução ainda proíbe o uso de tipos diferentes das definidas pela Anvisa. Os produtos que estiverem fora dessas determinações deverão deixar de ser comercializados ou fabricados. A decisão é válida já a partir desta quinta.

Empresas que já tiveram aprovação para alterar os tipos de vírus usados em 2011 estarão dispensadas de nova avaliação pela Anvisa no ano que vem.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CIOGO - CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA

PRESENÇA DAS AUXILIARES PAULA E VANDERLEIA


PRESENÇA DA DRA. ALESSANDRA

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

CONTRATA-SE RECEPCIONISTA

A SORRIRE precisa de recepcionista do sexo feminino com referência e , se possível, com experiência na área. Tenha pelo menos o segundo grau completo, curso de computação, boa postura e qualidade na comunicação e no atendimento ao cliente. Carga horária de 40 horas semanais, sem trabalhar aos sábados, e salário a combinar.
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domingo, 11 de setembro de 2011

Diabetes pode ser identificada no consultório odontológico

Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Columbia sugere que as consultas odontológicas são uma oportunidade para os dentistas identificarem pacientes com diabetes ou pré-diabetes que não tinham conhecimento desse problema. “A doença periodontal é uma complicação inicial da diabetes, e cerca de 70% dos adultos dos EUA consultam um dentista pelo menos uma vez por ano”, diz Dr. Ira Lamster, reitora da Faculdade de Odontologia e autora sênior do trabalho. “Pesquisas anteriores centraram-se nas estratégias de identificação relevantes dos ambientes médicos”, diz. “Ambientes de atenção à saúde bucal não foram avaliados antes, e as contribuições dos achados bucais também não foram testadas de maneira prospectiva.” O estudo, que apareceu online em 29 de abril no Journal of Dental Research, desenvolveu e avaliou um protocolo de identificação de altos índices de açúcar no sangue em pacientes odontológicos. Foram recrutados aproximadamente 600 indivíduos visitando uma clínica odontológica na região norte de Manhattan, que tinham 40 anos de idade ou mais (se não hispânicos brancos) e com 30 anos ou mais (se hispânicos ou não brancos) e nunca haviam sido informados que possuíam diabetes ou pré-diabetes. Os pesquisadores escolheram cerca de 530 pacientes com pelo menos um fator de risco adicional de diabetes autorreportado, como história de diabetes na família, colesterol alto, hipertensão ou estar com sobrepeso ou obeso para a participação no estudo. Foram feitos nos pacientes um exame periodontal e um teste de hemoglobina A1C de ponta de dedo. Solicitou-se aos pacientes que retornassem para um teste de glicose plasmática de jejum para ajudar a determinar se a pessoa tinha diabetes ou pré-diabetes. Descobriram que a observação de dois parâmetros dentais – nesse caso, o número de dentes ausentes e a porcentagem de bolsas periodontais profundas – era tudo o que se precisava para identificar corretamente 73% dos pacientes com pré-diabetes ou diabetes não reconhecidas. A adição do teste A1C no local de atendimento resultou na identificação correta de 92 por cento desses pacientes. “O reconhecimento precoce da diabetes tem sido o foco de esforços de colegas da saúde pública e privada por anos, já que o tratamento precoce dos indivíduos afetados pode limitar o desenvolvimento de muitas complicações sérias”, diz Dra. Evanthia Lalla, professora associada na faculdade de odontologia da Columbia, e autora chefe. “Mudanças relativamente simples de estilo de vida em indivíduos pré-diabéticos podem prevenir a progressão para a diabetes franca, portanto, identificar esse grupo de indivíduos também é importante”, acrescenta. “Nossos achados fornecem uma abordagem simples que pode ser facilmente utilizada nos ambientes de assistência odontológica.” Os pesquisadores citaram estatísticas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças que dizem que uma em cada quatro pessoas afetadas com diabetes tipo 2 nos EUA permanece não diagnosticada. O CDC também diz que indivíduos com diabetes ou pré-diabetes têm um risco aumentado de doença cardíaca, derrame e outras condições vasculares associadas com diabetes. O estudo foi patrocinado por uma bolsa de pesquisa da Colgate-Palmolive e os autores relataram ausência de potenciais conflitos financeiros ou outros.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cuidado odontológico nos hospitais pode salvar vidas



Diminuir o tempo das internações, reduzir custos hospitalares e evitar a mortalidade – estes resultados podem ser facilitados prestando-se a devida assistência à saúde bucal dos pacientes, especialmente os que se encontram em estado crítico.

Com a proximidade do Dia do Hospital, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) chama a atenção do poder público para a importância de se institucionalizar o trabalho do cirurgião-dentista no ambiente hospitalar em que sua presença se faz ainda mais necessárias, as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

A ABO defende junto ao poder público a inclusão do cirurgião-dentista nas equipes multidisciplinares das UTIs por considerar que a falta de atendimento odontológico contribui para a proliferação de bactérias e fungos mais fortes nem sempre comuns ao meio bucal. Além de causar problemas bucais, estes microrganismos podem facilitar outras infecções e doenças sistêmicas, principalmente as respiratórias, já que são aspirados e chegam ao pulmão. Assim, não só a boca do paciente é prejudicada, mas também sua saúde geral e sua recuperação – um prejuízo injustificável levando-se em consideração, ainda, que o cuidado com a saúde bucal é um serviço de custo relativamente reduzido, pois costuma envolver processos simples e rápidos.

O trabalho do cirurgião-dentista nas UTIs proporcionaria, ainda, economia à saúde pública brasileira, racionalizando o uso de medicamentos, reduzindo os custos com exames complementares, melhorando e envolvendo toda a equipe da unidade em um trabalho multiprofissional integrado, como indicam as diretrizes do Sistema único de Saúde (SUS), melhorando a assistência ao paciente e salvando mais vidas.

A medida defendida pela ABO vem acumulando apoios entre representantes do poder público e dos profissionais da saúde. Tramita na Câmara o projeto de lei 2776/2008, que estabelece como obrigatória a presença do cirurgião-dentista nas equipes das UTIs e foi embasado por reportagem especial da Revista ABO Nacional, periódico científico da entidade. A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) apoia a proposta, defendida à época de sua apresentação também pelo ex-vice-presidente José Alencar, que, sensibilizado pela causa, encaminhou ofício aos então ministros da Saúde, Casa Civil, Educação e Relações Institucionais, presidentes da Câmara e do Senado e a diversos líderes partidários do Congresso Nacional solicitando especial atenção para o assunto.

A ABO também incentiva e promove o debate sobre o trabalho do cirurgião-dentista nas UTIs em seus eventos científicos, fóruns de discussão política e diversos outros espaços, pois poucos hospitais brasileiros já oferecem cuidado odontológico profissional aos seus pacientes e é necessário fortalecer a conscientização sobre a questão, inclusive no âmbito médico-

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O uso da toxina botulínica por cirurgiões-dentistas

Saiba mais!Acesse o link abaixo. Trata-se de uma ótima matériia para sabermos um pouco mais a respeito do uso desta toxina não apenas no tratamento estético, mas também de maneira terapêutica na odontologia moderna.

http://cfo.org.br/todas-as-noticias/